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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013


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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Meus 15 minutos de fama com Natália Galvão

Essa é a Natália toda linda comemorando a aprovação na UFOPA, em 01/2011 (:

Gente, eu passei em Medicina numa pública DE NOVO! Dessa vez foi a UEPA, muito concorrida também, nem sei como isso aconteceu haha Mas sei que graças a isso conheci uma linda, a Natália Galvão, pré-vest de Med que resolveu me conhecer melhor e me adicionou no facebook. Eu li os blogs dela, um pessoal e outro sobre o vestibular mesmo e ela leu o meu, e, acreditem, pediu para me entrevistar! Ela falou que eu quebro o tabu de que quem passa em Medicina tem que abdicar de tudo, até de ter um blog cor de rosa haha

Temos muito em comum, principalmente a visão que temos da Medicina, o motivo pelo qual queremos ser médicas. Ela também ama Harry Potter e fez uma piada com a Trelawney. Tem como não amar?

Então, tá aqui o link para a entrevista, no blog dela.

Ela é uma fofa, né? E tá tentando vestibular pra UEPA e pra UFPA esse ano, sendo que quase passa pra segunda fase da Unicamp - alguma dúvida de que esse é o ano dela? Eu não tenho!

Obrigada, Nat, fico muito feliz de ter conhecido você! Ainda temos muito o que conversar! HAHA

Débora

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

A felicidade só é verdadeira quando compartilhada.


E nunca tais palavras de Jon Krakauer soaram mais verdadeiras, nunca antes do último sábado, não para mim. Talvez não tenha sido o que ele quis dizer, mas foi o que significou para mim.

Como posso me permitir sentir bem se algumas das pessoas mais importantes para mim não podem sentir o mesmo?

Não sei. Infelizmente, a tristeza pode ser real mesmo quando se concentra em um só corpo - na verdade, acho que ela é ainda mais real assim.

Débora

Consegui! Passei em Medicina na UFPA!

Eu mesma escrevi aqui sobre minhas dúvidas quanto ao curso que escolhi cursar, Medicina. Muita gente escolhe pelo status, pelo dinheiro (que nem é tanto quanto muitos imaginam, não vou ser rica com meu salário de médica), mas eu sempre soube que isso nunca me motivou. Passei no vestibular, I dare to say, sem muito esforço. Claro, conciliei escola e cursinho chegando ao ponto de ficar mais de dezesseis horas fora de casa, fiquei cansada e tudo o mais, mas não abdiquei de vida social e namoro - até porque essas coisas não fizeram parte da minha vida até então. Estudei um pouco mais, mas não foi um sacrifício além da minha capacidade. Consegui, estou viva, estou feliz.

Pensei que não fosse ficar tão feliz com o meu resultado - me enganei, foi um dos melhores dias da minha vida. Não tem preço ver minha família com lágrimas de alegria nos olhos, da minha tia que sempre me ajudou e meus pais a vizinhos e meu avô de quase oitenta anos. Não tem preço ser tratada como uma adulta, ainda que como caloura, pelos meus veteranos que me deram banho de cerveja. Não tem preço ser parabenizada por gente que eu nem conheço quando passeava pela cidade na mala do carro.

Mas tudo isso foi só um dia. Tenho no mínimo mais seis anos pela frente. Conheci a grade curricular e, bem como imaginava, não encontrei minhas disciplinas favoritas por lá, mas sei que são matérias das que eu posso aprender a gostar, aprender a amar, em nome de um só prazer: ajudar. É esse o prazer que me move, é ele que me fez escolher Medicina. Amo o House, mas nesse aspecto eu sou mais Patch Adams.

Também vi alguns vídeos da Intermed e fui super bem recepcionada pelos veteranos, pelo menos nas redes sociais. Já estou em uns quatro grupos de Facebook de Medicina. Pelo menos agora vou para o primeiro dia de aula de cabeça erguida e muito ansiosa, não vou mais esperando o pior. Não estou feliz porque passei num curso muito concorrido nem porque consegui de primeira o que muitos demoram anos e anos para conseguir. Estou feliz porque acho que fiz a escolha certa, porque acho que encontrei uma pista de onde é meu lugar no mundo. Estou muito feliz, mas sei que isso foi o mais fácil. E quer saber? Que venha MCGNO, que venham os professores carrascos, os trotes, os horários malucos, o almoço no RU pra quem sempre foi chata pra comer. Eu mal posso esperar!

Débora

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Medo, dúvidas, futuro.

Lembra do meu medo de não estar fazendo a escolha certa quanto ao vestibular?

Parece que este é o medo. Só este. O resultado sai em dois dias e eu estou cansada de fingir que estou... bem, que estou nervosa. Pior do que estar contando os segundos, roendo as unhas, é não sentir nada. Eu não estou ansiosa, nervosa, apreensiva. Parece que não é comigo, parece que não vai ser um dos dias mais marcantes da minha vida.

Dizem que medo significa que você está vivo. Eu estou viva, mas não sinto medo. Ou talvez esteja com tanto medo que estou reagindo diferente. Não sei. Sinto que, mesmo se eu não passar, não vou ficar triste, sendo que passei o ano passado inteiro pensando nisso.

Quem sabe meu cérebro e meu coração não levaram "ano novo, vida nova" muito a sério? Bem, esse é provavelmente meu último post antes de criar uma bio decente aqui, dizendo que sou acadêmica de Medicina na UFPA ou que estou fazendo cursinho e que... bem, não sou nada.

Mais do que passar no vestibular, eu quero fazer a escolha certa. E é quando penso nisso que o pior dos frios na barriga vem. Boa sorte para mim.

Débora
 
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